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POR QUE PEDRO NEGOU A CRISTO TRÊS VEZES?

 

 Depois de uma longa jornada resolvi finalmente escrever um artigo. Visitando vários sítios na internet me deparei com uma pergunta a que todos nós cristãos não conhecemos bem a resposta. Por sorte, numa madrugada dessas estava assistindo o programa do Apóstolo Waldomiro Santiago da Igreja Mundial e ele pregou iniciando a palavra com Lucas 22, 31:

Lucas  22:31 Simão, Simão, eis que Satanás vos pediu para vos cirandar como trigo; (em algumas versões da Bíblia está a palavra garimpar)               

 

                Fazendo análise do texto observamos que Satanas tinha a intenção de cirandar o principal discípulo. E Cristo sabia que Pedro ia sucumbir às tentações. Mesmo Jesus sabendo que Pedro não ia resistir ao ataque e trair a Cristo, Jesus o perdoou não autorizando Satanas. Tem um detalhe bastante sutil nessa história: tudo esta ocorrendo durante a santa ceia onde Jesus já sabia que entre os discípulos havia o traidor Judas. Mas, por que Jesus não permitiu que satanás garimpasse Pedro e a Judas não??!!!.

 

Lucas 22:32 mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; e tu, quando te converteres, fortalece teus irmãos.      

 

                Em Lucas 32 Jesus confirma Pedro como líder. Mas tem outro detalhe: Para que a palavra de Deus se cumprisse plenamente teria que ocorrer essa traição. Tem um enigma nesses questionamentos. Por que a Judas foi autorizado sua garimpagem???!!!! Ai será tema de outro artigo chamado O Enigma de Judas.

 

Lucas 22:33 Respondeu-lhe Pedro: Senhor, estou pronto a ir contigo tanto para a prisão como para a morte.       

 Voltemos para o ponto principal. A Bíblia nesse ponto ensina que a fé é o elemento mais importante do indivíduo. Jesus sabia que se Pedro sucumbisse os outros seriam fragilizados na fé e assim Jesus fala da conversão de Pedro para o fortalecimento da fé em Jesus. Pois a prova a que Jesus seria submetido seria o ato mais importante para a humanidade. Dessa forma, depois de sua crucificação, os discípulos seriam peça chave na pregação da palavra. Destarte, Pedro realizando sua missão depois da crucificação estaria fazendo a vontade do Senhor Jesus. Logo, a negação de Cristo não pode ser considerada uma traição, como supramencionado no parágrafo anterior. Pedro não ia abondonar a palavra de Jesus. Apenas foi um momento de fraqueza a que todos nós humanos somos propensos a cometer. Pois a afirmação de Pedro em Lucas 22:33 não ocorreu naquele momento mas depois da crucificação. Pedro, realmente, era fiel a Jesus. Continuando, temos:

 

Lucas 22:34 Tornou-lhe Jesus: Digo-te, Pedro, que não cantará hoje o galo antes que três vezes tenhas negado que me conheces.

 

                Por que Jesus cita o cantar do galo? E por que três vezes??!!. Primeiro explicarei o três: quando a gente repete três vezes uma palavra passa o sentido de convicção, seja mentindo ou falando a verdade. No caso do cantar do galo vem uma coisa interessante, e se não ocorresse ou o galo cantasse depois. Aí vem uma prova absoluta do poder de Deus. Tudo ocorreu de acordo com a palavra de Jesus. Um segundo a mais a palavra não teria se cumprido.  E assim, Pedro lembrou as palavras do Senhor. Isto nos mostra que podemos ter a certeza de que mesmo nos momentos de negação nós podemos tirar lições para fortalecer nossa fé.

 

Durante as nossas vidas nós negamos a Cristo muitas vezes, mas como Pedro nós devemos procurar fortalecer a nossa fé. Sem ela poderemos ser garimpado como Satanas queria a Pedro, porém durante todo o tempo Jesus está por nós. Essa passagem bíblica nos dá a certeza de que o amor de Deus por nós é infinito; mesmo Lhe negando, Ele pode nos dar o bâlsamo do arrependimento e a luz que vencerá a escuridão da morte. Deus por ser Deus é único. O seu maior poder é o grande amor que Ele tem por nós e; por amor Ele nos criou. E, por Amor Ele nos salvará de todo o mal.

 

AUTOR: GLFS
 

Encontrado túmulo do rei Herodes próximo a Jerusalém



 Ao fim de 35 anos de trabalho, o arqueólogo israelita Ehud Netzer, do Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica de Jerusalém, realizou o sonho de uma vida: descobriu e acaba de revelar ao Mundo o mausoléu do rei Herodes, nascido em 73 a. C. e falecido no ano 4 a. C.     

     Construído numa montanha rochosa – o Monte Heródio –, o mausoléu fica a 15 quilómetros de Jerusalém, às portas do deserto, integra-se num complexo monumentístico impressionante e só é acessível graças a um grande lanço de escadas (de seis metros e meio de largura), mandado construir propositadamente para o cortejo fúnebre do rei.

        Claro que, ao longo dos anos, o local foi sistematicamente pilhado (sobretudo durante o primeiro século da era cristã, por grupos de judeus revoltados contra a ocupação romana) e ontem aquilo que Netzer apresentou ao Mundo foram centenas de pedaços do que teria sido, em tempos, um sarcófago esplendoroso (ver caixa). Ainda assim, nada consegue diminuir a felicidade deste homem que começou a interessar-se por Herodes na década de 60 e que iniciou este processo arqueológico em 1972, alertado por um livro do historiador judaico-romano Flavio Josefo.

         As investigações começaram inicialmente numa escala muito modesta e, ao longo dos anos, sofreram vários revezes. Na década de 80, os trabalhos tiveram de parar por causa da Intifada. Retomados em 1997, tiveram nova paralização dos trabalhos em 2000, recomeçando em 2005. Atualmente, Netzer é um dos maiores especialistas mundiais em arquitetura do período de Herodes, rei nomeado pelos romanos para governar a Judeia entre 37 a 4 a.C. e que se lançou num ambicioso programa de construções monumentais com vista a perpetuar o seu nome.

       Responsável pela construção das cidades de Cesareia e Sebastia, pelas fortalezas de Heródio e Massada e pela reconstrução do Templo de Jerusalém, Herodes decidiu fazer-se enterrar em Heródio por razões sentimentais: sofreu um acidente no local, mas saiu praticamente incólume dos destroços. Mais de dois mil anos após a sua morte, Netzer descobriu, no meio das ruínas de Heródio, um belíssimo sarcófago de dois metros e meio de comprimento, construído em calcário avermelhado e decorado com rosetas. Segundo o especialista, só pode ser o túmulo do monarca. “É um sarcófago que não se encontra facilmente: é muito especial”, garantiu o arqueólogo.

Arqueólogos acham indícios de que Golias existiu

Jerusalém - Arqueólogos israelenses descobriram vestígios que parecem confirmar a existência do gigante Golias e inclusive de sua batalha contra Davi, narrada na Bíblia.

 Os arqueólogos da Universidade de Tel Safi encontraram uma vasilha de argila com as inscrições mais antigas já registradas dos filisteus, que evocam dois nomes extraordinariamente parecidos a Golias.

As inscrições datam do século X ou IX antes de Cristo e contêm dois nomes não semíticos, "Alwt" e " Wlt" que, segundo o professor Aaron Demsky, são similares às letras utilizadas para se escrever Golias no alfabeto antigo.

 Além disso, "o contexto cronológico da inscrição data de apenas cem anos depois da existência de Davi, levando em consideração a história bíblica.

Isso indicaria que a batalha de Davi e Golias relatada nas escrituras teria ocorrido nesse período, e não nos últimos anos da Idade do Ferro, como muitos têm afirmado ultimamente, acrescenta o comunicado.

Governo noruguês desvenda abrigo para o "Apocalipse”

O Governo norueguês desvendou finalmente como vai ser o abrigo que concebeu para acolher todas as variedades conhecidas de sementes, que ficam assim protegidas de eventuais catástrofes, como uma guerra nuclear, o embate de um asteróide ou as alterações climáticas. A construção começa em Março.

O abrigo será construído na encosta de uma montanha na remota ilha de Spitsbergen, a cerca de mil quilómetros da Noruega, perto do Pólo norte.

A construção do enorme abrigo, uma espécie de "Arca de Noé" para espécies vegetais com capacidade para três milhões de sementes, vai custar cerca de cinco milhões de dólares e espera-se que esteja concluída em 2008.

A recolha e manutenção das reservas está a ser organizada pelo Fundo Global para a Diversidade das Espécies. "Queremos uma rede de segurança porque não queremos correr riscos com a diversidade das colheitas", explicou Cary Fowler, do Fundo, à BBC.

Fowler explicou também que escolheram esta localização depois de muitos estudos. "Analisámos o futuro. Analisámos os níveis de radiação na montanha, a estrutura geológica da área, modelos climáticos para os próximos 200 anos, que incluem o degelo dos pólos e da Gronelândia para ter a certeza que este local ficava acima do nível das águas".

Embora o abrigo tenha sido planeado para proteger as espécies de catástrofes globais, Fowler acrescentou que também poderá ser utilizado para refazer bancos nacionais. "Aconteceu em Setembro nas Filipinas quando um tufão destruiu o banco de sementes deles".

As sementes serão armazenada a 18 graus negativos e embora algumas colheitas, como as ervilhas, só consigam sobreviver  20 ou 30 anos, outras, como os girasóis, podem durar centenas de anos.

Nesta "Arca de Noé" não haverá necessidade de pessoal a tempo inteiro porque, explica Fowler,  "quando se concebem instalações para funcionar no pior cenário possível, não se pode depender muito de seres humanos".

FONTE:  TvNet / Lusa

Doar por caridade libera dopamina, diz estudo 
"Em se tratando de uma caridade anônima, relacionada a causas das quais não se têm retorno, o que poderia motivar o doador?", questiona reportagem desta quinta-feira na "The Economist". De acordo com a revista, a neurociência explica que doar nos faz sentir bem.

 Pesquisadores do National Institute of Neurological Disorders and Stroke, em Bethesda (Maryland), quiseram descobrir as bases neurais de atos altruístas. Eles pesquisaram o cérebro de 19 voluntários enquanto escolhiam se guardariam o dinheiro ou doariam. Os pesquisadores usaram as imagens de uma técnica chamada de ressonância magnética funcional, que mapeia a atividade cerebral em várias partes do cérebro. O resultado foi publicado na "Proceedings of the National Academy of Sciences" (www.pnas.org) desta semana. 

 O estudo foi feito da seguinte forma: distribuíram US$ 128 a cada participante. Disseram-lhes que eles poderiam doar o dinheiro anonimamente a qualquer instituição de caridade de assunto controverso (incluindo uma série de causas como aborto, eutanásia, igualdade sexual, pena de morte, energia nuclear e guerra). O participante poderia aceitar ou rejeitar as seguintes escolhas: doar o dinheiro que não lhe custou nada, doar dinheiro de seu bolso, recusar a doação e não pagar por isso, ou recusar a doação e devolver o dinheiro. Essas situações selaram um conflito entre a motivação dos voluntários em se recompensarem, ficando com o dinheiro, e o desejo de doar ou de apoiar uma causa com a qual eles se identificavam

Com este dilema em suas mentes, os pesquisadores foram capazes de examinar o que acontecia na cabeça de cada participante enquanto realizavam decisões baseadas em critérios morais. A parte do cérebro ativada quando uma doação acontecia seria o centro de recompensa do cérebro --o caminho mesolímbico--, responsável por liberar dopamina, uma mediadora da euforia associada ao sexo, dinheiro, comida e drogas, afirma a reportagem. 

Quando os participantes se opuseram às causas, a parte do cérebro ativada era próxima à última. Esta área, no entanto, é a responsável por decisões envolvendo punição. Uma terceira parte também foi ativada, envolvida com decisões de conflitos de interesse próprio e morais.

FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u15362.shtml